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 BRONCA: faltando apenas quatro dias, PB Agora revela qual legenda deverá sair mais ‘esfacelada’ após o termino de mudanças partidáriasFaltando pouco menos de uma semana para o término das mudanças partidárias permitidas rumo às eleições 2014, o Democratas, comandado pela oligarquia Morais, deve ser o partido mais afetado com a saída expressiva de quadros de sua legenda para fortalecer as demais. O partido tem tudo para sair completamente esfacelado para disputar o pleito do próximo ano. Aos poucos, o todo-poderoso PFL, que um dia já foi uma locomotiva política na Paraíba, vai se transformando num imenso vagão. As queixas mais recorrentes para o esvaziamento do DEM decorrem da exclusividade das ações pela família Morais, que há muito tempo concentra poderes absolutos no partido, gerando insatisfações na maioria dos filiados.

Chefiado com mãos de ferro pelo ex-senador Efraim Morais, O DEM já perdeu uma cadeira na Câmara Federal: o deputado major Fábio que se elegeu pela legenda decidiu se filiar ao PROS para concorrer à cadeira de governador nas eleições 2014. O partido que tinha duas cadeiras e que agora só conta com uma, de Efraim Morais Filho, que está com a reeleição seriamente ameaçada para a Câmara dos Deputados.

Na Assembleia Legislativa a situação ainda é mais agonizante, pois a sigla já havia perdido o deputado Branco Mendes para os quadros do Partido Ecológico Nacional (PEN) e agora tem quatro parlamentares que sofrem intenso assedio das demais legendas e veem no DEM uma legenda muito alta com fortes perspectivas de sobrar na curva.

Com quatro cadeiras na Casa de Epitácio Pessoa: João Henrique, Domiciano Cabral, Lindolfo Pires e Francisco de Assis Quintas, que estão com a corda no pescoço, percebem que a permanência no DEM esta cada vez mais difícil, sintoma registrado em diversas reuniões partidárias para traçarem o futuro político. Do grupo, o único que se manifesta pela permanência no partido é Quintans que desconversou quando questionado sobre a possibilidade da saída: “Eu não vejo, até o presente momento, nenhuma razão que justifique a minha saída do Democratas – disse, admitindo convite do PSDB do senador Cássio Cunha Lima”. Outros partidos que é vista com bons olhos pelos deputados do Democratas são os novatos: Solidariedade e o PROS.

Também pesa como uma verdadeira ancora no partido a possibilidade do secretário de infraestrutura Efraim Morais tentar retomar um mandato eletivo dessa feita na Assembleia Legislativa. Um dos parlamentares chegou a questionar: “A disputa é desleal, pois ele tem um filho federal com várias emendas e com uma condição privilegiada de fazer dobradinhas em todas as regiões”, desabafou.

Essa debandada, por sinal, não é nova, e se iniciou desde a criação do PSD do vice-governador Rômulo Gouveia e do PEN, do deputado Ricardo Marcelo.

Sem atrativos para oferecer e pensando apenas na sobrevivência política, são fortes as chances do Democratas da família Morais tornarem-se um partido estritamente familiar composto por um pai e um filho, a final de contas, “Quem não diz a verdade sobre si mesmo não pode dizê-la sobre os outros!”,


Henrique Lima

PB Agora

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