Ministro
da Fazenda disse que a inflação está sob controle e ressaltou que o
índice registrado em setembro é menor da comparação com o mesmo mês dos
anos anteriores
BRASÍLIA
- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que ficou satisfeito
com o resultado do IPCA em setembro, de 0,35%, mas que o governo não irá
descuidar do controle da inflação. "O IPCA de 0,35% é menor que o
registrado no mesmo período do ano passado e do ano retrasado. Isso
significa que a inflação está sob controle", disse. "É claro que ela tem
uma sazonalidade, no final do ano sobe um pouco, porque você tem
entressafra e regime de chuvas. Mas vamos ficar dentro da normalidade",
acrescentou o ministro, ao chegar ao Ministério da Fazenda na manhã
desta quarta-feira, 9. Mantega afirmou também que o "bom" resultado não
significa que o governo irá "descuidar". "Vamos continuar alerta para
impedir que a inflação volte a subir e atrapalhar o consumidor
brasileiro".
Questionado sobre um possível reajuste do preço da gasolina, o ministro afirmou que esse não é um assunto do Ministério da Fazenda e sim da Petrobrás.
Estados Unidos. Mantega também disse que o baixo crescimento da economia dos Estados Unidos levará ao adiamento da retirada dos estímulos injetados pelo Federal Reserve na economia daquele país. "A economia americana não tem dado sinais de vigor. Ela tem crescido, porém abaixo das expectativas. E é isso que vai determinar se você vai continuar ou não com os estímulos. Portanto, acho que está prorrogada a retirada dos estímulos para o próximo ano".
Estadão
Questionado sobre um possível reajuste do preço da gasolina, o ministro afirmou que esse não é um assunto do Ministério da Fazenda e sim da Petrobrás.
Estados Unidos. Mantega também disse que o baixo crescimento da economia dos Estados Unidos levará ao adiamento da retirada dos estímulos injetados pelo Federal Reserve na economia daquele país. "A economia americana não tem dado sinais de vigor. Ela tem crescido, porém abaixo das expectativas. E é isso que vai determinar se você vai continuar ou não com os estímulos. Portanto, acho que está prorrogada a retirada dos estímulos para o próximo ano".
Estadão
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