A paraibana é
alvo de várias criticas pelos seus comentários conservadores na
televisão brasileira. Recentemente, vazou a informação que Sheherazade é
‘odiada’ até por colegas da TV de Sílvio Santos.
Formada
em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ela começou a
carreira trabalhando na TV Correio, afiliada paraibana da Rede Record.
Alguns meses depois, foi convidada para a TV Cabo Branco, afiliada da
Rede Globo no Estado. Já em 2003, tornou-se apresentadora do Tambaú
Notícias, telejornal da TV Tambaú, afiliada do SBT.
Rachel
é conhecida por diversas críticas a vários temas, inclusive os vídeos
dos seus comentários têm ganhado o mundo, sendo dublados e legendados em
diversos idiomas. Em fevereiro de 2011, quando ainda trabalhava na TV
Tambaú, criticou duramente o Carnaval na Paraíba.
O
vídeo foi postado no YouTube, fazendo com que a apresentadora ganhasse
projeção nacional. Com isso, a apresentadora foi convidada por Silvio
Santos a ir para a matriz do SBT, em São Paulo. Desde então, divide a
bancada do SBT Brasil, principal telejornal da emissora, com Joseval
Peixoto, de segunda a sexta-feira.
Polêmicas:
Em 30 de novembro de 2012, sobre a mensagem "Deus seja louvado" nas
notas de real, a apresentadora afirmou que os defensores do laicismo
radical e antirreligioso são ingratos para com o Cristianismo, que,
segundo ela, é o responsável por princípios como liberdade, honestidade,
respeito e justiça.
“É
no mínimo uma ingratidão à doutrina que inspirou nossa cultura, nossos
valores e até mesmo a nossa própria Constituição promulgada sob a
proteção de Deus.” Afirmou ainda que “o próximo alvo dos laicistas” será
a Constituição, para dali tentar tirar a referência a Deus. “Mas aí não
bastará uma simples ação civil, [porque] eles terão de emendar a
Constituição”.
No
dia 20 de março de 2013, causou polêmica na internet após defender a
liberdade de expressão e religiosa do pastor e deputado federal Marco
Feliciano, afirmando que ele tem o direito de manifestar opiniões e que
foi eleito democraticamente.
Em
26 de dezembro de 2013, no Facebook do filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.,
professor de filosofia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,
foi postada a seguinte mensagem: “Meus votos para 2014: que Rachel
Sherazedo seja estuprada”. Logo em seguida, foi postada outra mensagem
com o mesmo teor: “Votos para 2014: que a Rachel Sherazedo abrace bem
forte, após ser estuprada, um tamanduá”. Alertada por um amigo,
Shehera¬zade denunciou os ataques em seu Twitter: “Caso grave de
incitação ao crime, promovido pelo Sr. Paulo Ghiraldelli ou quem se faz
passar por ele. Compartilhem!”
Em
seguida, questionou diretamente o próprio filósofo: “Sr. Ghiraldelli,
liberdade de expressão termina onde começam calúnia, difamação, ameaça,
incitação ao crime! Vai aprender isso num tribunal!” No dia 30, a
jornalista postou no Twitter: “Mis¬são cumprida: esta manhã fui à
delegacia competente representar penalmente contra meu agressor ou quem
se faz passar por ele. Agora, é só aguardar as providências legais e a
providência divina. Tenho a certeza de que cumpri meu papel de cidadã”.
@folhadosertao
com maispb
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