— Quem não se arrepende? Mas não adianta eu ficar chorando, ninguém vai me ajudar.
Com esse argumento, Juelcy Pereira da Silva, 42 anos, acusado de matar o próprio filho a facadas, justificou não estar emocionado, apesar de alegar legítima defesa. O pedreiro foi preso durante o trabalho em Belo Horizonte, cinco meses após o crime, e apresentado nesta sexta-feira (25).
Jeferson Gomes da Silva, 16 anos, foi morto no dia 4 de maio com uma facada do peito após uma briga com o pai, que não podia entrar na casa da família em Ribeirão das Neves, na Grande BH, por causa de uma medida protetiva. Ele já tinha agredido a ex-mulher, motivo que levou a Justiça a determinar sua distância da família. Depois do crime, fugiu e conseguiu emprego formal em uma construção, já que o mandado de prisão ainda não havia sido expedido.
Com calma, o suspeito dá sua versão para a morte do próprio filho.
— Ele vinha com uma faca de serra na mão. Falei: ‘Jeferson, deixa de besteira. Eu sou seu pai, não sou seu inimigo’. Ele chegou e quando agarrei a mão dele, sentou a mão na minha cara e a faca caiu no chão. Apertei o pulso dele, caí no chão e não vi mais nada.
Segundo o delegado Eduardo Hilbert, a história é outra. Como Jeferson não quis dizer onde a mãe estava, Juelcy se irritou e iniciou a confusão.
— Após a discussão, se dirigiu ao interior da residência, na
cozinha, se armou com uma faca, e desferiu um golpe certeiro na região
torácica da vítima. Como se não bastasse o cometimento de crime tão
bárbaro contra o próprio filho, ainda passou a ameaçar testemunhas,
entre elas a ex-mulher e outros familiares.
— Quem não se arrepende? Mas não adianta eu ficar chorando, ninguém vai me ajudar.
Com esse argumento, Juelcy Pereira da Silva, 42 anos, acusado de matar o próprio filho a facadas, justificou não estar emocionado, apesar de alegar legítima defesa. O pedreiro foi preso durante o trabalho em Belo Horizonte, cinco meses após o crime, e apresentado nesta sexta-feira (25).
Jeferson Gomes da Silva, 16 anos, foi morto no dia 4 de maio com uma facada do peito após uma briga com o pai, que não podia entrar na casa da família em Ribeirão das Neves, na Grande BH, por causa de uma medida protetiva. Ele já tinha agredido a ex-mulher, motivo que levou a Justiça a determinar sua distância da família. Depois do crime, fugiu e conseguiu emprego formal em uma construção, já que o mandado de prisão ainda não havia sido expedido.
Com calma, o suspeito dá sua versão para a morte do próprio filho.

— Ele vinha com uma faca de serra na mão. Falei: ‘Jeferson, deixa de
besteira. Eu sou seu pai, não sou seu inimigo’. Ele chegou e quando
agarrei a mão dele, sentou a mão na minha cara e a faca caiu no chão.
Apertei o pulso dele, caí no chão e não vi mais nada.
Segundo o delegado Eduardo Hilbert, a história é outra. Como Jeferson não quis dizer onde a mãe estava, Juelcy se irritou e iniciou a confusão.
— Após a discussão, se dirigiu ao interior da residência, na cozinha, se armou com uma faca, e desferiu um golpe certeiro na região torácica da vítima. Como se não bastasse o cometimento de crime tão bárbaro contra o próprio filho, ainda passou a ameaçar testemunhas, entre elas a ex-mulher e outros familiares.
Do R7, com Record Minas
MÍDIA PARAÍBA
Com esse argumento, Juelcy Pereira da Silva, 42 anos, acusado de matar o próprio filho a facadas, justificou não estar emocionado, apesar de alegar legítima defesa. O pedreiro foi preso durante o trabalho em Belo Horizonte, cinco meses após o crime, e apresentado nesta sexta-feira (25).
Jeferson Gomes da Silva, 16 anos, foi morto no dia 4 de maio com uma facada do peito após uma briga com o pai, que não podia entrar na casa da família em Ribeirão das Neves, na Grande BH, por causa de uma medida protetiva. Ele já tinha agredido a ex-mulher, motivo que levou a Justiça a determinar sua distância da família. Depois do crime, fugiu e conseguiu emprego formal em uma construção, já que o mandado de prisão ainda não havia sido expedido.
Com calma, o suspeito dá sua versão para a morte do próprio filho.
— Ele vinha com uma faca de serra na mão. Falei: ‘Jeferson, deixa de besteira. Eu sou seu pai, não sou seu inimigo’. Ele chegou e quando agarrei a mão dele, sentou a mão na minha cara e a faca caiu no chão. Apertei o pulso dele, caí no chão e não vi mais nada.
Segundo o delegado Eduardo Hilbert, a história é outra. Como Jeferson não quis dizer onde a mãe estava, Juelcy se irritou e iniciou a confusão.
Adolescente foi atingido porque não quis dizer onde a mãe estava Record Minas
— Quem não se arrepende? Mas não adianta eu ficar chorando, ninguém vai me ajudar.
Com esse argumento, Juelcy Pereira da Silva, 42 anos, acusado de matar o próprio filho a facadas, justificou não estar emocionado, apesar de alegar legítima defesa. O pedreiro foi preso durante o trabalho em Belo Horizonte, cinco meses após o crime, e apresentado nesta sexta-feira (25).
Jeferson Gomes da Silva, 16 anos, foi morto no dia 4 de maio com uma facada do peito após uma briga com o pai, que não podia entrar na casa da família em Ribeirão das Neves, na Grande BH, por causa de uma medida protetiva. Ele já tinha agredido a ex-mulher, motivo que levou a Justiça a determinar sua distância da família. Depois do crime, fugiu e conseguiu emprego formal em uma construção, já que o mandado de prisão ainda não havia sido expedido.
Com calma, o suspeito dá sua versão para a morte do próprio filho.
Adolescente foi atingido porque não quis dizer onde a mãe estava Record Minas
Pedreiro descreveu o crime com muita calma e disse que não vai chorar Record Minas
Segundo o delegado Eduardo Hilbert, a história é outra. Como Jeferson não quis dizer onde a mãe estava, Juelcy se irritou e iniciou a confusão.
— Após a discussão, se dirigiu ao interior da residência, na cozinha, se armou com uma faca, e desferiu um golpe certeiro na região torácica da vítima. Como se não bastasse o cometimento de crime tão bárbaro contra o próprio filho, ainda passou a ameaçar testemunhas, entre elas a ex-mulher e outros familiares.
Do R7, com Record Minas
MÍDIA PARAÍBA
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